segunda-feira, 2 de junho de 2014

Matéria do jornal O Democrata de São Roque, em 23/05/2014.

BOLO DE ABACAXI.  (Receita de familia)

Massa do bolo. (Pão de ló)
Ingredientes
6 ovos
6 colheres (sopa) de farinha de trigo
6 colheres (sopa)  de açúcar
1 colher (chá) rasa de fermento em pó
Modo de Preparo
Bata as claras em neve até ficarem bem firmes. Acrescente as gemas, depois o açúcar e bata
até formar bolhas. Desligue a batedeira e acrescente a farinha mexendo levemente, e por último o fermento. Coloque em forma untada e polvilhada.
Asse em forno pré aquecido 180º por 20 minutos.
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Doce de Abacaxi. (Recheio )
Modo de preparo:
-1 abacaxi pequeno. (descascado e picado)
-1 copo de agua. (250ml)
-1 copo de açucar. (250ml)
- 1 caixa de pó para Pudim de Baunilha. (Royal)
Mode de preparo: Leve tudo em fogo brando até levantar fervura, deixe por mais 15 minutos. Desligue o fogo e deixe esfriar.
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Creme:
-1 lata de leite condensado
-2 latas de leite
-4 gemas
-1 colher (Sopa) rasa se baunilha
-1 colher (sopa) rasa de amido de milho
-1colher (sopa) de margarina sem sal.
Modo de preparo
Creme:
Juntar todos os ingredientes em uma panela, exceto a baunilha e a margarina. Levar ao fogo médio mexendo sempre até ferver e engrossar. Desligue o fogo e coloque a margarina mexendo bem até disolver, e coloque a baunilha.
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Cobertura de Marshmallow.
-2 xícaras de chá de açúcar
-1 xícara de chá de água
-4 claras
-1 colher (café) de vinagre branco)
Modo de preparo:
Numa panela coloque o açúcar e a água. Leve ao fogo e mexa até dissolver o açúcar. Pare de mexer e deixe ferver até o ponto de fio (pegue um pouquinho de calda entre o polegar e o indicador; separe os dedos e verifique se formou um fio que se estica sem quebrar).
Enquanto faz a calda bata as claras em neve acrescente a calda quente, batendo sempre, até formar picos firmes e esfriar.
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Em um refratario monte: uma camada de bolo (em pedaços) umideça com a calda do doce de abacaxi, coloque o creme e o doce de abacaxi em pedaços e repita essas camadas quantas vezes forem necesarias. Por ultimo cubra com o Marshmallow. Leve para gelar.
                                E tenha um bom apetite.

                                                                                                    Maria Pacini.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

E se DEUS tivesse falado:

E se Deus tivesse falado:
“Para de ficar rezando e batendo no peito! O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.
Para de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa. Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti.
Para de me culpar da tua vida miserável: Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau. O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.
Para de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo. Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu pequeno filho... Não me encontrarás em nenhum livro! Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?
Para de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor. Para de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz... Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se respondes a algo que Eu pus em ti? Como posso te castigar por seres como és, se sou Eu quem te fez? Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?
Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti. Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti. A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida, que teu estado de alerta seja teu guia. Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso. Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas.
Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. Não há pecados nem virtudes. Ninguém leva um placar. Ninguém leva um registro. Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno.
Não te diria se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho. Vive como se não o houvesse. Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei. E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não. Eu vou te perguntar se tu gostaste, se te divertiste... Do que mais gostaste? O que aprendeste?
Para de crer em mim - crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que acredites em mim. Quero que me sintas em ti. Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar.
Para de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja? Aborrece-me que me louvem. Cansa-me que agradeçam. Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo. Sentes-te olhado, surpreendido?... Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.
Para de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim. A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas. Para que precisas de mais milagres? Para que tantas explicações?
Não me procures fora! Não me acharás. Procura-me dentro... Aí é que estou, tocando em ti."

(Texto de Baruch Espinoza)

Sem Rumo.

“Sinto-me completamente perdida, sem rumo, com vários caminhos a minha frente mas nenhum seguro para poder seguir. Considero-me em pausa, distante de qualquer possibilidade de novas ideias. Distante do tudo e do nada, apenas perdida e demasiadamente sem vontade de continuar. Me vejo sem inspiração, as palavras se tornaram definitivamente minhas inimigas. Se foram para longe, junto com a inspiração, me largaram. Ou eu que não sei onde procurá-las? Quero escrever, quero desabafar, quero jogar as cartas na mesa, mas não dá. Há um nó, um muro entre mim e a inspiração que antes havia dentro de mim.
Que escuro aqui dentro, gélido. Já não sei se as palavras vem me visitar quando estou triste ou feliz, faz tempo que elas não tocam a campainha. Cadê toda aquela vontade? Aquela criatividade? Alguém pode me responder? Dúvidas se formam sem parar pela minha mente, mil pensamentos em um segundo. Opto então pelo silêncio, por não haver outra opção. Sinto-me definitivamente abandonada pelas as únicas coisas que havia dentro de mim: A inspiração, a vontade, a criatividade e as palavras. Morreram junto com tudo aquilo que um dia foi vivo dentro de mim. E de repente, vem aquela imensa sensação de “sei lá”. Aquela que você não sabe se está feliz ou triste, se sente ou não sente, se fala tudo ou se continua com o silêncio. Pensando demais, demais mesmo. E isso me assusta. São muitos pensamentos sombrios, vontades esquisitas e um medo de arriscar o que não se tem. Estou sufocada pelas palavras que formaram um nó na garganta, afogada pelas lágrimas seguradas. Cadê tudo aquilo que tinha? Ou nunca tive? Estou dizendo, com o continuar do texto, mais dúvidas vão surgindo. As respostas continuam escondidas pelas entre linhas. A unica coisa que sei é que não irei desistir, não deixarei que nada me impeça de continuar. Mesmo que eu queira, vou dar um jeito de virar a página e apontar o lápis, afinal, nem todos os capítulos trazem sorrisos ou somente lagrimas. Parar se recolhre ao silêncio de minha próprias indagações. Talvez deixar de tentar entender o que já esta entendido ou náo foi falado! Apenas acreditar que a vida é assim e tudo esta perfeito em todas suas imperfeições! Filisofia? Religião? Loucura talvez tentar acreditar em algo alem do simples fato de EXISTIR".
                                                         Maria Pacini.

sábado, 16 de novembro de 2013

Maria Pacini por Maria Pacini.

Penso demais, falo muito e nada faço! Tenho a impressão que minha vida esta sendo passada como a de um drogado, em branco e mais cedo ou mais tarde eu vou cair em mim e me assustar com tudo isso. Mas talvez ao perceber isso ja seja tarde demais, e essa existência ja tenha se acabado. Desde criança não acerto uma! Como ja escrevei em texto antes eu só tentei sem nada conseguir, hoje me sinto fracassada, podem falar que é depressão mas é tristeza somente por nada ter feito por mim. Quantas pessoas fizera da minha sala um consultório de psicanalise e meu sofá de divã e eu estava sempre lá disposta a escutar, ouvir e dar conselhos sem nada cobrar, talvez eu tenha viciado aos amigos ir até minha casa e vomitar todos os problemas, simplesmente deixei. Mas o que posso eu dizer? Pois tudo que falo é cobrança minha da vida, de DEUS ou até mesmo das pessoas que horas deixei ocuparem meu tempo de vida. Eu nada posso falar nem mesmo reclamar, apenas escrever para mim mesma a unica que tem paciência em me escutar, as vezes. Ontem escutei uma pessoa conhecida falar de um curso de astrologia que ele faz, e disse que as pessoas vivem até mais ou menos até os 50 anos em seu signo acendente e só depois passam a viver seu signo solar. Eu pensei, por isso tantas mudanças nessa fase da vida de todos. Eu ainda não sei se essa mudança em mim esta sendo positiva ou negativa, mas lago esta para explodir dentro de mim. Pode até ser a menopausa...pode ser, porque não? A pior sensação que existe é olhar para trás e sentir que nada fez! Vivi anos com pessoas dando amor e pensando ser amada por elas, mas que nada! Pensei ter uma família, me sentia numa família. Mas todos podem fazer de tudo menos eu é claro! Fui tratada como ter uma doença contagiosa, todos se afastam de mim. To reclamando? Estou triste por isso? Estou SIM!!! Pois acredito que se todos podem falar de tudo porque eu não? Dei a cara a tapa...dei a outra face e o que ganhei? Minha cara inchada somente. Pois não aprendi, porque ainda estou me deixando dominar por essas pessoas e sensações horríveis. Sentimentos ruins? SIM totalmente. Mas e dai terei que passar por um tratamento psico sei lá o que...para entender sei lá o que!!! Pra quê? To doida com a vida? SIM...mas não revoltada, apenas tentando entender, não os "porquês" porque isso acho que nem DEUS sabe. Apenas ele nos posiciona no tabuleiro e diz vai...
As pessoas que dizem para não olharmos para trás e viver o presente, mas pra que então ter vivido tudo senão para aprender e tentar fazer diferente, mudar. Acho que ainda é tempo! Quantas coisas eu deixei de fazer por alguém, por me preocupar... E EU? O que fiz por mim? Guardar o "prazer" de ter ajudado alguém? Será que essas pessoas veem assim? DUVIDO!!!! Eu fui intrometida e invadi a vida delas. Tudo para não ser taxada como egoísta e hoje sou o que?  Sei que muitas pessoas passam pelo mesmo problema. Talvez eu tenha feito tudo para me fazer de "TADINHA!" Ah...se eu voltasse no tempo com essa consciência....PUTSSSSS!!! Mas não dá. Então tento digerir isso e fazer diferente, mas tenho vícios...talvez carências que me atrapalhem. Que DEUS me ajude e me permita ficar por aqui por mais um tempo para tentar fazer diferente sem enlouquecer.
Tristeza sim...depressão não! Tristeza dura somente horas, depressão anos muitas vezes. Mas pensando no lado positivo da TRISTEZA eu entendi que...as melhores musicas, telas, esculturas, poemas, reflexões belíssimas foram feitas por mestres em seus "piores dias" . Quando estamos tristes paramos para pensar e tentar analisar a VIDA, porem quando estamos tomados pela alegria nunca paramos para pensar em NADA, pois não queremos perder  tempo...o precioso tempo de SER FELIZ. Mas aprendemos muito mais com a tristeza, isso não podemos negar.
TUDO PASSA...cuidado!!!
                                                         Maria Pacini.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Pare de julgar e pré julgar.

Você já percebeu que, diante das adversidades ou aborrecimentos que enfrentamos, nosso primeiro impulso é sempre colocar a culpa nos outros ou em algum fator externo a nós? Pois é… E esse hábito nocivo é que nos atravanca o crescimento, tanto na vida pessoal quanto profissional.
Atrasou-se para o trabalho? Ah, a desculpa é o trânsito… Perdeu a hora para fazer as provas do concurso? A culpa é do despertador que não tocou… Está infeliz no amor? A culpa é do outro que não lhe compreende… e assim por diante. Pois eu lhe digo: se você não assumir, em definitivo, o leme da sua vida, você vai navegar anos e anos e não chegará a lugar algum. Primeiro porque ninguém agüenta conviver com pessoas cheias de justificativas e desculpas, e segundo, porque quem não se assume, jamais será reconhecido pelos outros, tamanha a covardia de seus atos.
Se você realmente tem comprometimento com seu trabalho, para não se atrasar com o possível trânsito caótico, saia mais cedo de casa; se você tem um concurso ou compromisso importante no outro dia, não conte com apenas um despertador (tenha sempre um “plano B”); ou se você quer se realizar no amor, ame-se e respeite-se mais, sendo feliz em sua relação de amor com você, em primeiro lugar!
Pare de julgar e de pré-julgar, porque isso é atitude de pessoas críticas que gostam mais de tomar conta da vida dos outros do que assumir sua própria caminhada existencial. E muito cuidado com o que você pensa e fala dos outros, porque, na maioria das vezes, você está enganado!

Ilustro este tema com um pequeno texto de Valerie Cox, extraído do livro Histórias para Aquecer o Coração 2, de Jack Canfield e Mark V. Hansenn: “Certa noite uma mulher estava no aeroporto, com um longo tempo de espera pela frente até a saída do seu vôo. Comprou um livro, um pacote de biscoitos e sentou-se enquanto aguardava. Embora absorta na leitura, percebeu que um homem ao seu lado tirava um biscoito do pacote colocado entre os dois. Para evitar uma cena, ela fingiu não estar vendo. Ela lia, comia biscoitos e olhava o relógio. De vez em quando, o homem voltava a tirar um biscoito do pacote, o que a foi deixando extremamente irritada, com vontade até de agredi-lo. Mas não fazia nada. Ela pegava um biscoito, ele pegava outro. Quando só faltava um, ela ficou tensa, sem saber como agir. Com um riso simpático, ele pegou o último biscoito e o partiu ao meio. Ofereceu a ela uma metade, comeu a outra. Ela arrancou da mão dele a metade, pensando na grosseria do homem que sequer lhe agradecera. Sentiu-se extremamente ultrajada e respirou com alívio quando chamaram seu vôo. Juntou suas coisas e se dirigiu para o portão, sem sequer olhar para trás. Entrou no avião, mergulhou na poltrona e abriu a maleta para pegar o casaco. O susto que levou a deixou sem fôlego: ali estava ele, inteirinho, o seu pacote de biscoitos! ‘Se o meu está aqui, então foi do dele que eu comi, e ele nem se importou em dividir’, pensou a mulher. Ela daria tudo para encontrá-lo de novo, pedir-lhe muitas desculpas e, sobretudo, agradecer-lhe a lição.”

(Eliana Barbosa é consultora comportamental.

Errar é humano!

Um dos comportamentos que mais sabotam a felicidade é não aceitar sua própria humanidade e querer ser perfeito em tudo.  Sabe aquele medo de errar, de ser criticado ou de se sentir inferior diante do fracasso?
É… E por causa desse temor, quantas oportunidades você tem perdido – de amar, de trabalhar, de viajar ou de servir ao seu próximo?
Então veja porque errar não é o fim:
Acertar sempre é muito bom, entretanto errar faz parte do aprendizado da arte do bem viver. O que faz grande diferença é a forma como você reage aos seus erros. Se você se deprecia, você não cresce. Se você se arrepende e se perdoa, e procura se desculpar com quem foi prejudicado por sua causa, você aprende e encontra novos meios de consertar seus deslizes e de não errar mais.
Os erros, mais do que os acertos, são alavancas para seu amadurecimento e preparo para os naturais ganhos e perdas da vida. Por isso, combater o medo do fracasso garante a você uma existência mais intensa, desafiadora e produtiva.
Pior do que errar, é não fazer nada por medo de errar! Você já pensou que enquanto você hesita em uma atitude temendo erros e desapontamentos, outra pessoa pode estar errando e, com as consequências desse erro, tornando-se mais fortalecida do que você?
A satisfação decorrente dos acertos  é resultado da coragem em enfrentar o risco dos erros.  Porém, diante de uma dúvida séria, minha sugestão é que você abstenha-se  de agir naquele momento. Aguarde um tempo, avalie a situação com calma e clareza, aconselhe-se com pessoas mais experientes, para que suas escolhas sejam realmente sensatas. Erros causados por impulsividade são os mais difíceis de ser consertados.
E caso o fracasso aconteça, não blasfeme. Reconheça-o, agradeça por não ter sido pior, comprometa-se a não errar mais, aproveite o aprendizado e siga em frente, com humildade. Como disse Jesus, “Vá e não erre mais!”  E mesmo que pareça que você perdeu tudo com seus erros, você ainda tem a escolha de ficar com a lição.
Portanto, liberte-se dessa prisão chamada “medo do fracasso” ou “medo das críticas”. O grande pacifista indiano Mahatma Gandhi já dizia: “De nada adianta a liberdade se não temos liberdade de errar.”
Eliana Barbosa é consultora comportamental.

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