sábado, 16 de novembro de 2013

Maria Pacini por Maria Pacini.

Penso demais, falo muito e nada faço! Tenho a impressão que minha vida esta sendo passada como a de um drogado, em branco e mais cedo ou mais tarde eu vou cair em mim e me assustar com tudo isso. Mas talvez ao perceber isso ja seja tarde demais, e essa existência ja tenha se acabado. Desde criança não acerto uma! Como ja escrevei em texto antes eu só tentei sem nada conseguir, hoje me sinto fracassada, podem falar que é depressão mas é tristeza somente por nada ter feito por mim. Quantas pessoas fizera da minha sala um consultório de psicanalise e meu sofá de divã e eu estava sempre lá disposta a escutar, ouvir e dar conselhos sem nada cobrar, talvez eu tenha viciado aos amigos ir até minha casa e vomitar todos os problemas, simplesmente deixei. Mas o que posso eu dizer? Pois tudo que falo é cobrança minha da vida, de DEUS ou até mesmo das pessoas que horas deixei ocuparem meu tempo de vida. Eu nada posso falar nem mesmo reclamar, apenas escrever para mim mesma a unica que tem paciência em me escutar, as vezes. Ontem escutei uma pessoa conhecida falar de um curso de astrologia que ele faz, e disse que as pessoas vivem até mais ou menos até os 50 anos em seu signo acendente e só depois passam a viver seu signo solar. Eu pensei, por isso tantas mudanças nessa fase da vida de todos. Eu ainda não sei se essa mudança em mim esta sendo positiva ou negativa, mas lago esta para explodir dentro de mim. Pode até ser a menopausa...pode ser, porque não? A pior sensação que existe é olhar para trás e sentir que nada fez! Vivi anos com pessoas dando amor e pensando ser amada por elas, mas que nada! Pensei ter uma família, me sentia numa família. Mas todos podem fazer de tudo menos eu é claro! Fui tratada como ter uma doença contagiosa, todos se afastam de mim. To reclamando? Estou triste por isso? Estou SIM!!! Pois acredito que se todos podem falar de tudo porque eu não? Dei a cara a tapa...dei a outra face e o que ganhei? Minha cara inchada somente. Pois não aprendi, porque ainda estou me deixando dominar por essas pessoas e sensações horríveis. Sentimentos ruins? SIM totalmente. Mas e dai terei que passar por um tratamento psico sei lá o que...para entender sei lá o que!!! Pra quê? To doida com a vida? SIM...mas não revoltada, apenas tentando entender, não os "porquês" porque isso acho que nem DEUS sabe. Apenas ele nos posiciona no tabuleiro e diz vai...
As pessoas que dizem para não olharmos para trás e viver o presente, mas pra que então ter vivido tudo senão para aprender e tentar fazer diferente, mudar. Acho que ainda é tempo! Quantas coisas eu deixei de fazer por alguém, por me preocupar... E EU? O que fiz por mim? Guardar o "prazer" de ter ajudado alguém? Será que essas pessoas veem assim? DUVIDO!!!! Eu fui intrometida e invadi a vida delas. Tudo para não ser taxada como egoísta e hoje sou o que?  Sei que muitas pessoas passam pelo mesmo problema. Talvez eu tenha feito tudo para me fazer de "TADINHA!" Ah...se eu voltasse no tempo com essa consciência....PUTSSSSS!!! Mas não dá. Então tento digerir isso e fazer diferente, mas tenho vícios...talvez carências que me atrapalhem. Que DEUS me ajude e me permita ficar por aqui por mais um tempo para tentar fazer diferente sem enlouquecer.
Tristeza sim...depressão não! Tristeza dura somente horas, depressão anos muitas vezes. Mas pensando no lado positivo da TRISTEZA eu entendi que...as melhores musicas, telas, esculturas, poemas, reflexões belíssimas foram feitas por mestres em seus "piores dias" . Quando estamos tristes paramos para pensar e tentar analisar a VIDA, porem quando estamos tomados pela alegria nunca paramos para pensar em NADA, pois não queremos perder  tempo...o precioso tempo de SER FELIZ. Mas aprendemos muito mais com a tristeza, isso não podemos negar.
TUDO PASSA...cuidado!!!
                                                         Maria Pacini.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Pare de julgar e pré julgar.

Você já percebeu que, diante das adversidades ou aborrecimentos que enfrentamos, nosso primeiro impulso é sempre colocar a culpa nos outros ou em algum fator externo a nós? Pois é… E esse hábito nocivo é que nos atravanca o crescimento, tanto na vida pessoal quanto profissional.
Atrasou-se para o trabalho? Ah, a desculpa é o trânsito… Perdeu a hora para fazer as provas do concurso? A culpa é do despertador que não tocou… Está infeliz no amor? A culpa é do outro que não lhe compreende… e assim por diante. Pois eu lhe digo: se você não assumir, em definitivo, o leme da sua vida, você vai navegar anos e anos e não chegará a lugar algum. Primeiro porque ninguém agüenta conviver com pessoas cheias de justificativas e desculpas, e segundo, porque quem não se assume, jamais será reconhecido pelos outros, tamanha a covardia de seus atos.
Se você realmente tem comprometimento com seu trabalho, para não se atrasar com o possível trânsito caótico, saia mais cedo de casa; se você tem um concurso ou compromisso importante no outro dia, não conte com apenas um despertador (tenha sempre um “plano B”); ou se você quer se realizar no amor, ame-se e respeite-se mais, sendo feliz em sua relação de amor com você, em primeiro lugar!
Pare de julgar e de pré-julgar, porque isso é atitude de pessoas críticas que gostam mais de tomar conta da vida dos outros do que assumir sua própria caminhada existencial. E muito cuidado com o que você pensa e fala dos outros, porque, na maioria das vezes, você está enganado!

Ilustro este tema com um pequeno texto de Valerie Cox, extraído do livro Histórias para Aquecer o Coração 2, de Jack Canfield e Mark V. Hansenn: “Certa noite uma mulher estava no aeroporto, com um longo tempo de espera pela frente até a saída do seu vôo. Comprou um livro, um pacote de biscoitos e sentou-se enquanto aguardava. Embora absorta na leitura, percebeu que um homem ao seu lado tirava um biscoito do pacote colocado entre os dois. Para evitar uma cena, ela fingiu não estar vendo. Ela lia, comia biscoitos e olhava o relógio. De vez em quando, o homem voltava a tirar um biscoito do pacote, o que a foi deixando extremamente irritada, com vontade até de agredi-lo. Mas não fazia nada. Ela pegava um biscoito, ele pegava outro. Quando só faltava um, ela ficou tensa, sem saber como agir. Com um riso simpático, ele pegou o último biscoito e o partiu ao meio. Ofereceu a ela uma metade, comeu a outra. Ela arrancou da mão dele a metade, pensando na grosseria do homem que sequer lhe agradecera. Sentiu-se extremamente ultrajada e respirou com alívio quando chamaram seu vôo. Juntou suas coisas e se dirigiu para o portão, sem sequer olhar para trás. Entrou no avião, mergulhou na poltrona e abriu a maleta para pegar o casaco. O susto que levou a deixou sem fôlego: ali estava ele, inteirinho, o seu pacote de biscoitos! ‘Se o meu está aqui, então foi do dele que eu comi, e ele nem se importou em dividir’, pensou a mulher. Ela daria tudo para encontrá-lo de novo, pedir-lhe muitas desculpas e, sobretudo, agradecer-lhe a lição.”

(Eliana Barbosa é consultora comportamental.

Errar é humano!

Um dos comportamentos que mais sabotam a felicidade é não aceitar sua própria humanidade e querer ser perfeito em tudo.  Sabe aquele medo de errar, de ser criticado ou de se sentir inferior diante do fracasso?
É… E por causa desse temor, quantas oportunidades você tem perdido – de amar, de trabalhar, de viajar ou de servir ao seu próximo?
Então veja porque errar não é o fim:
Acertar sempre é muito bom, entretanto errar faz parte do aprendizado da arte do bem viver. O que faz grande diferença é a forma como você reage aos seus erros. Se você se deprecia, você não cresce. Se você se arrepende e se perdoa, e procura se desculpar com quem foi prejudicado por sua causa, você aprende e encontra novos meios de consertar seus deslizes e de não errar mais.
Os erros, mais do que os acertos, são alavancas para seu amadurecimento e preparo para os naturais ganhos e perdas da vida. Por isso, combater o medo do fracasso garante a você uma existência mais intensa, desafiadora e produtiva.
Pior do que errar, é não fazer nada por medo de errar! Você já pensou que enquanto você hesita em uma atitude temendo erros e desapontamentos, outra pessoa pode estar errando e, com as consequências desse erro, tornando-se mais fortalecida do que você?
A satisfação decorrente dos acertos  é resultado da coragem em enfrentar o risco dos erros.  Porém, diante de uma dúvida séria, minha sugestão é que você abstenha-se  de agir naquele momento. Aguarde um tempo, avalie a situação com calma e clareza, aconselhe-se com pessoas mais experientes, para que suas escolhas sejam realmente sensatas. Erros causados por impulsividade são os mais difíceis de ser consertados.
E caso o fracasso aconteça, não blasfeme. Reconheça-o, agradeça por não ter sido pior, comprometa-se a não errar mais, aproveite o aprendizado e siga em frente, com humildade. Como disse Jesus, “Vá e não erre mais!”  E mesmo que pareça que você perdeu tudo com seus erros, você ainda tem a escolha de ficar com a lição.
Portanto, liberte-se dessa prisão chamada “medo do fracasso” ou “medo das críticas”. O grande pacifista indiano Mahatma Gandhi já dizia: “De nada adianta a liberdade se não temos liberdade de errar.”
Eliana Barbosa é consultora comportamental.

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Aprenda depois de "Filhos Criados".

Um dos maiores desafios na vida em família, a meu ver, está na convivência entre pais e filhos. Assim como temos visto em várias novelas da TV brasileira, a vida real, infelizmente, também nos mostra algumas mães e pais totalmente decepcionados com filhos ingratos e alguns até cruéis.
Então, como você – pai ou mãe – deve agir diante dessa situação?
Em primeiro lugar, entenda que seu filho vê em você a imagem que você mesmo vê e transmite para o mundo – a de uma pessoa que não se valoriza e faz tudo pelos outros, na vã tentativa de ser amada e reconhecida.
Para que seu filho reconheça suas qualidades e o respeite, tome a atitude de se amar mais do que a qualquer outra pessoa. Dê um basta nessa superproteção em relação aos filhos e comece a cuidar de quem é mais importante em sua vida: VOCÊ! Isso não é egoísmo, e sim um resgate da sua autoestima, do seu amor próprio. Só com a autoestima abastecida você é capaz de amar com equilíbrio e educar com limites.
Abandone o amor permissivo e adote o amor exigente por seu filho. Ele precisa entender que você o ama, mas você não gosta e não vai aceitar as atitudes erradas dele. Consciente de que você fez o melhor por seu filho, fale e aja com firmeza no sentido de não permitir mais desacatos, e exija que ele o respeite.
Aceite que, por mais exemplos bons que você tenha dado ao seu filho, ele fez a escolha de ignorá-los. Sua boa influência está com ele, mas se ele optou por seguir o caminho da ingratidão ou da desonestidade, a única coisa que você pode fazer é rezar por ele e seguir sua própria vida, sem rancores e cobranças. Isso mesmo, que você perdoe ao seu filho para se libertar de mágoas que, mais dia menos dia, acabarão manifestando-se em forma de doenças. Perdoar não é aceitar, é apenas não se prender às dores do ressentimento. Cuidado: é grande o número de pais e mães que adoecem, numa busca inconsciente de atenção e carinho dos filhos. Não caia nessa armadilha e cultive sua fé na certeza de que seu filho, antes de ser seu, ele é filho de Deus.
E, com essa dolorosa lição que a ingratidão em família pode lhe trazer, daqui para frente tome cuidado com as expectativas e idealizações. São elas as grandes responsáveis pelas decepções.
Lembre-se: ninguém muda ninguém, a não ser a si próprio. Cada pessoa tem sua natureza e o livre arbítrio de escolher acordar ou não para a vida. Por isso, não perca mais tempo tentando mudar seus filhos. Permaneça firme como bom exemplo para eles e decida, hoje mesmo, buscar seus recursos internos para ser feliz, sem jamais condicionar sua felicidade a quem quer que seja!

(*Eliana Barbosa é apresentadora de TV, palestrante e autora de diversos livros no campo do autodesenvolvimento.)

Escolhas.

"Dentro de cada escolha cabe uma renúncia. Dei pra contar quantas coisas boas perdi pelo caminho por me prender onde não era meu lugar, insistir nos mesmos erros, ficar ao lado de pessoas que não foram feitas para se encaixar na minha vida. E a gente sabe, a gente sempre sabe o que é e o que não é pra ser. Mas permanecemos estáticos onde não somos mais felizes pelo medo do desconhecido. O tempo pa...ssa, a vida muda, as pessoas se transformam. Na maturidade tenho aprendido que meu tempo é ouro, e só o divido com quem estiver na mesma vibração, na mesma sintonia, dividindo os mesmos sonhos reais. Descobri que o desconhecido pode ser algo maravilhoso se nos permitir-mos. Não tenho tempo para ilusões, meu saldo se esgotou por dez vidas! Quero a verdade, a realidade, os pés no chão. Quero sentir que estou no caminho certo. E se os dias não me apontarem essa direção, mudo a rota, sem medo. E até que pegue o atalho certo, o meu nome é recomeço..."

Virgínia Mello.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Quem morre.

Quem Morre?
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o "preto no branco" e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções justamente os que resgatam os brilhos dos olhos, sorrisos dos bocejos, orações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples fato de respirar.
Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio esplêndido de felicidade.
Pablo Neruda